sexta-feira, 1 de junho de 2012

Estava pensando em montar um projeto na igreja.
O nome seria "Como será o futuro..." ou algo do gênero.
A idéia seria realizar oficinas com jovens para pensar o futuro individual de cada um.
Para que cada um pudesse construir seu futuro de imediato e não apenas ser surpreendido por ele.
Não sei como fazer, mas deixo o registro aqui para não me esquecer disso.

Seria um tempo de conversas e amizades.
Conversaríamos sobre o que queremos no futuro e o que temos de fazer para alcançá-lo.
Sonhos e projetos se tornam viáveis e mais fáceis quando iniciados com um tempo maior para serem realizados. Ainda mais quando há amigos para acompanhar.

Conversaríamos sobre o que já temos em mãos: pais, conhecimentos, aptidões, etc.

E, também, sobre o que Deus quer quando nos dá sonhos ...

Poderia ser bom ...
O futuro dirá ...

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Uma professora muito maluquinha - Ziraldo

Uma excelente oportunidade de conversar com os filhos sobre Felicidade e Liberdade é assistir ao filme "Uma professora muito maluquinha". (filme, trailer, livro - só para lembrar, no sítio do Ziraldo tem uma versão digital do livro O Menino Maluquinho que vale a pena conferir!)
O livro, junto com "O Menino Maluquinho", são duas obras primas, semelhantes ao "O Pequeno Príncipe". (Tá certo, posso ter exagerado, mas os dois primeiros são mais adaptados para a leitura por crianças, e, os três, provavelmente, são extremamente difíceis para qualquer adulto normal ler. Para compreensão dos três, apenas adultos não normais !)

Sobre o filme, o que salta aos olhos é como é impressionante o quanto a felicidade pode incomodar as pessoas.
Consegui, depois, conversar com a Giovana a respeito da necessidade de ser livre e feliz, de não permitir que nada nem ninguém atrapalhe nossa vida em liberdade e felicidade com Cristo.
Também, pude falar que as pessoas não estão acostumadas a serem livre e nem felizes, e que, por isso, elas não suportam aqueles que aprenderam a serem livre na vida, a não terem amarras.
Conversamos que somente o Amor é capaz de produzir liberdade e felicidade, e somente o amor nos permite sermos livre e felizes.
Aliás, apesar de tanto felicidade quanto liberdade serem gerados pelo amor, considero a felicidade é um produto da própria liberdade. Quando nos percebemos livres de tudo é que podemos nos ancorar no Alto e desfrutar da felicidade.
O filme é lindo!
Retratando uma pequena cidade do interior de Minas Gerais nos idos de 1940, trabalha temas como um amor simples e puro, a felicidade, a liberdade, os sonhos, a vida de criança de verdade (tudo isso da forma como deve realmente ser e que nós teimamos em pensar que só é possível em filmes, o que, aliás, convém a nossa incapacidade humana generalizada de estragar as coisas e fazer os sonhos serem desacreditados).
Os deslumbres das crianças em cada novo aprendizado (em especial quando vão aprender geografia) e quando a diretora entra na sala para gritar com as crianças e pedir para que "parem com essa felicidade", além do sorriso lindo da protagonista em todas as tomadas do filme (exceto uma), transbordam as lições de amor e nos trazem lágrimas aos olhos: algumas de saudades, outras de alegria, e outras tantas de tristeza pela nossa incompetência em conseguir viver o amor de forma tão singela mesmo dentro de nossas casas, onde, não raro, impomos regras militares para "viver bem" (!?!?!?).

Vale mesmo a pena ler o livro com as crianças e, depois, assistir o filme com toda a família!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Casamento - Filhos

Eis algumas músicas para casamento.

http://www.wedalert.com/songs/fatherdaughter/index.asp

Mas, a especial: Butterfly Kisses - Bob Carlisle - Tradução (Westlife)

Excelente!

Música - Giovana

Dia 21/05/12 cheguei em casa e vi uma música no mural da Gi.
Ela disse que ela mesmo tinha escrito.
Até agora eu estou duvidando, mas, como não consegui encontrar essa letra na net, sou obrigado a acreditar.
Garota de futuro :-)

Eis o texto da música...

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EU NÃO AMO MAIS VOCÊ - GIOVANA TREVISAN LEITE - 21/05/2012

(SOLO)
Olhava pela janela e via seu soriso
e ficava sem graça quando olhava para você,
mas agora tudo mudou
estou sozinha e não sei quem eu sou.
Lá no colégio também era uma alegria só,
mas agora nao sei onde vou parar
(á á á)
(CORO)
Não adianta mais ajoelhar em frente de mim.
Não adianta mais olhar pra mim.
Não adianta mais ajoelhar em frente de mim.
Eu só quero dizer é que eu não amo mais você.
(u u u u u u ná ná ná ná ná ná)
(SOLO)
(POPO)
Pensei que nossa relação ia ser boa
mas era o que eu pensei..
Você me troucou por outra e não sei em que caminho ficar
Não tenho amigos do meu lado
Ah, como seria bom alguém para compartilhar.
Ah, como seria bom alguém para eu dançar
(á á á á)
(CORO 2)
Não adianta mais ajoelhar em frente de mim.
Não adianta mais olhar pra mim.
Não adianta mais ajoelhar em frente de mim.
Eu só quero dizer é
que eu não amo mais você.
(u u u u u)
É que eu não amo mais você.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Homossexualismo e Homossexualidade

Ouvi, hoje, um vídeo do Caio Fábio sobre Homossexualismo e Homossexualidade que acho bem pertinente e como uma compreensão mínima para podermos tratar sobre o assunto com um enfoque coerente.

Segue o link: http://www.youtube.com/watch?v=Q-FWxg3v8cU&feature=g-vrec

terça-feira, 17 de abril de 2012

Conversa de Homem para Homem

Ontem o Mateus me surpreendeu por duas vezes.
A primeira, quando vieram me pegar no trabalho para voltar para casa.
Ele já havia conversado com a Jaque, mas me disse: Estou preocupado, porque não sei como vou conseguir arrumar uma namorada.
Fazer o quê? Achei que teria essa conversa primeiro com a Giovana e não com ele, em especial, aos cinco anos.
Falei, então, para ele não se preocupar porque nós iríamos ajudá-lo a encontrar alguém legal, principalmente, porque o Papai do Céu estaria procurando alguém legal, também, e bastava que ele conversasse com Deus para ir aprendendo a ouvir a voz Dele e, no momento certo, Deus iria indicar alguém para ele namorar.
Ele me perguntou como eu conheci a Jaque e foi legal falar disso para ele, de como Deus nos uniu.
Disse que o que ele precisa agora é aprender a conhecer a Deus e fazer as coisas de criança, como jogar bola, estudar, brincar, e conhecer mais a Deus. Também falei que nós iríamos ajudar e que, provavelmente, ele iria encontrar sua namorada só na faculdade e que deveria, inclusive, ser sua amiga antes de ser sua namorada.
Parece que ele entendeu :-)

Depois, no fim da noite ele me disse na cozinha, antes subir para dormir: Agora, vamos orar a Deus para que você pare de comer unha.
Oramos juntos, ou melhor, ele orou por mim pedindo para Deus me ajudar a parar de comer unha e eu o agradeci.
Ele disse, antes de subir, que agora, quando eu colocasse a mão na boca Deus iria fazer eu abaixar a mão na mesma hora.

Hoje (17/04/12) de manhã, enquanto tomava banho, ele senta do meu lado e me pede para ver se eu ainda comia unha.

Estou impressionado e muito feliz!

E não é que até agora, quando olho para minhãs mãos eu não consigo nem colocá-las perto da boca?!?!

Que Deus continue fazendo-os crescer em graça, sabedoria e santidade. Com um coração sempre pronto para ouvir e obedecer a Deus. E um sorriso sempre alegre nos lábios.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Jabuticabas

Hoje, na Aula de Introdução à Engenharia Agronômica, o professor sugeriu que fosse feito um texto com alguns elementos que ele apresentou (as palavras sublinhadas).
No início pensei que não iria sair nada de bom, já que o tempo era curto, mas me surpreendi tanto com a criatividade de alguns colegas quanto com o texto que consegui fazer.
Buscando a idéia no texto já conhecido do Ricardo Gondim sobre jabuticabas, eis o texto que saiu:
(aliás, valia uma caixa de bombom, e, pela votação da classe, acabei dividindo a caixa de bombons com outro texto bem interessante de outros colegas. Fica aqui o registro para posteridade :-)

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Jabuticabas

Aprendi algumas coisas com as jabuticabas.
Lembro do tempo em que elas enchiam minha cesta.
Quando jogar bola no campinho era mais importante do que a Copa do Mundo.
Quando os peixes teimavam em fugir do anzol de minha vara de pescar nas tardes vagarosas de um fim de semana que, às vezes, furava sete dias.
Quando, com gosto de bolo de milho na boca - e um grande pedaço na mão - saía com os amigos à caça de passarinhos.
Ainda bem que meu estilingue não tinha cira adequada, o que podia atestar pelos risos que ouvia das minhas prestensas vítimas.
Hoje, eu faço coro com os risos dos pássaros e caçoo de mim mesmo pelo tempo perdido em querer ser 'gente grande' da forma errada.
Para aproveitar cada jabuticaba que ainda existe em meu cesto, procuro escutar mais músicas do que notícias em meu rádio.
Procuro estar mais com a família e amigos para aproveitar uma cuia cheia de chimarrão, ou, mesmo, um café requentado em boa companhia.
E, quando estou sozinho, não penso mais na letargia de um passado saudoso, mas no presente que se constrói com aqueles que, também, têm aprendido a dar valar a cada jabuticaba que existe na cesta.
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